quarta-feira, 16 de abril de 2008

E Um Beijo Roubado para terminar

De forma doce, resgatando a leveza.
Uma dose diária terapêutica de Wong Kar Wai para flutuar e dormir contando Jude Laws. Esse homem não existe.

3 comentários:

Denise disse...

vc foi! que bom. fez bem. agora vou entrar mais por aqui. é leve e doce, não? mágico como é o cinema.

Ana Silvia Mineiro disse...

Adorei. Muitas vezes nos sentimos como torta de blueberry mesmo. E que bom que há a tortas de blueberry. A metáfora das chaves é muito legal também. Às vezes pegamos as chaves e quem encontramos lá não é mais quem havíamos deixado. Ah, o tempo, este senhor...
Nunca sabemos o que se passa no coração alheio, mas não é para deixar de confiar, né? Meu cansaço passou.

Cristiana Soares disse...

no filme, o primeiro beijo roubado a gente não vê, mas sente... hummm... ó, Jude Laws...