terça-feira, 15 de abril de 2008

Clarice, para começar o dia

O que te escrevo não tem começo: é uma continuação. Das palavras deste canto que é meu e teu, evola-se um halo que transcende as frases, você sente? Minha experiência vem de que eu já consegui pintar o halo das coisas. O halo é mais importante que as coisas e as palavras. O halo é vertiginoso. Finco a palavra no vazio descampado: é uma palavra como fino bloco monolítico que projeta sombra. E é trombeta que anuncia.

3 comentários:

  1. Genteeeee.... como isso aqui tá lindo!!!

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  2. Ai, que bom que gostou, minha musa da internet! Suas opiniões são ouvidas com muito respeito por mim.
    Beijos

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